O Clube da Escrita Para Mulheres nasceu em outubro de 2015, criado pela escritora Jarid Arraes, com a proposta de estimular a produção literária feita por mulherem e discutir as dificuldades por nós enfrentadas na literatura. O Clube foi, desde o início, um projeto que juntou a prática criativa com questionamentos políticos a respeito do mercado editorial.

Em 2017, o Clube da Escrita Para Mulheres se tornou um coletivo, reunindo algumas das participantes mais assíduas dos encontros, e agora tem o objetivo de realizar eventos literários, oficinas, auxiliar mulheres que querem publicar o que escrevem e, claro, dar continuidade aos encontros de escrita periódicos e gratuitos, além de levantar discussões e debates necessários.

 

Jarid Arraes

Escritora, cordelista, curadora do selo Ferina e autora dos livros “Um buraco com meu nome”, “As Lendas de Dandara” e “Heroínas Negras Brasileiras”, além de mais de 60 títulos em literatura de cordel. Criou o Clube da Escrita Para Mulheres porque acredita em novas lógicas e caminhos diferentes. Coleciona musicais e livros escritos por mulheres. (Site / Loja / Instagram / Facebook / Twitter)

Dani Costa Russo

Capixaba, radicada em São Paulo desde 2009. Publicou seu primeiro romance em 2016, “Beijos no Chão”, de forma independente. O Clube da Escrita para Mulheres veio resgatar sua determinação em escrever,  mesmo sob todas as dificuldades. Feliz, não desistirá jamais de trazer novas publicações. (Site / Facebook / Instagram)

Anna Clara de Vitto

Desconfia que sempre foi escritora, mas em segredo (até agora). Poeta e colaboradora da revista online Fazia Poesia. Geminiana com ascendente em Capricórnio e Lua em Libra. Feminista. Santista radicada em São Paulo. Bacharel em Direito. Cria de alemão com italiana, caos e cosmos, cerveja e vinho nas veias. Acredita na escrita das mulheres como potência transformadora e desacredita do que se convencionou chamar de “literatura feminina”. (Facebook / Instagram / Medium)

Ana Clara Squilanti

Apaixonada por histórias. As dela, as suas, as de quem quiser ser ouvido, e lido. Leva a escrita como leva a vida: intensamente.  Ama cerveja + amendoim + samba, viajar, andar descalça e que no PF na esquina de sua casa sempre saibam seu pedido. Escritora, farmacêutica, jornalista, e tantas outras coisas que nos definem além de uma profissão. A questão é movimentar energia. E você, o que anda movimentando? (Facebook / Medium)

GraSiele Maia

Jornalista que recentemente entrou para a lista do IBGE como negra, mudança responsável pelo seus cachos e seu crescente empoderamento. Como cronista, tem o hábito de escrever sobre seus sentimentos e sua contínua relação com os meios de transporte.  Mesmo aos 33 anos, mantém sonhos e ilusões de adolescente, mesmo quando as costas doem. (Facebook / Instagram / Medium)